terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Por tudo isto...

O melhor de Três


Carlos Costa na final dos “Ídolos”
Carlos Costa sofreu longos minutos de espera e suspense, antes de ter sido lido o seu nome no envelope que desvendava o terceiro finalista no concurso “Ídolos”, da SIC. O madeirense juntou-se a Diana e Filipe, que se despediram de Inês e Solange, as menos votadas pelo público.

Foi um momento de nervos e de muita ansiedade para o madeirense Carlos Costa no programa de domingo à noite dos “Ídolos”. Depois de se tornar público que Filipe e Diana eram finalistas, e de Solange ter sido a menos votada e, consequentemente, expulsa do concurso, Carlos e Inês tiveram de sofrer mais alguns minutos de suspense, até ter sido conhecido o terceiro a participar na final.
Com o nervosismo bem visível nos seus rostos, Carlos e Inês esperaram que o envelope decisivo fosse aberto e lido o nome de... Carlos.
Inês também se despediu no domingo dos «Ídolos», após duas prestações musicais que agradaram ao júri. Já Carlos foi criticado pela escolha de “One”, dos U2, música que, na opinião de Manuel Moura dos Santos, Roberta Medina, Laurent Filipe e Pedro Boucherie Mendes, não se enquadrava no perfil do madeirense e, como tal, este não soube “dar vida” ao célebre tema cantado por Bono. Aliás, Pedro Boucherie Mendes chegou a dizer que Carlos tinha “assassinado” a música.
Já sobre a segunda prestação do madeirense, com o tema “Say My Name”, das Destiny Child, Carlos convenceu o júri. Estava, como disseram, «na sua praia», sendo aquela a «onda» de Carlos, assumidamente um cantor Pop. Contudo, Pedro Boucherie Mendes voltou a focar «o cansaço» que, na sua opinião, o jovem tem denunciado nas duas últimas galas.
Momentos antes à divulgação dos resultados, os apresentadores João Manzarra e Cláudia Vieira questionaram o júri sobre quem deveria estar na final. Apesar de não quererem responder, sempre disseram que os com potencialidade eram Filipe, Diana e Carlos, o que acabou por confirmar-se.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Já não falta tudo...




Carlos Costa tem praticamente garantida a sua presença na final dos “Ídolos”, concurso transmitido pela SIC. No último sábado, o concorrente madeirense conseguiu superar a prova que lhe tinha sido colocada pelo júri, de interpretar o tema “Um Sopro no Coração”, dos Clã. Já na sua interpretação de “Umbrella”, de Rihanna, as opiniões dos jurados não foram unânimes, mas o cantor também mereceu elogios.
Quanto ao primeiro tema, Manuel Moura dos Santos, presidente do júri, disse que o concorrente de 17 anos foi inteligente e apesar de não ter conseguido uma interpretação brilhante - o que também considerava difícil, tendo em conta que entende que Manuela Azevedo (dos Clã) já tinha colocado a fasquia muito alta -, superou o desafio.
Já sobre “Umbrella”, a maior parte do júri considerou que Carlos Costa estava «na sua praia», mas denunciou algum cansaço, não tendo demonstrado a sua energia, como já o fez noutras músicas.
Entretanto, já nos resultados da votação, Carlos foi salvo pelo público. Também Filipe e Diana mereceram as preferências dos telespectadores. Solange e Inês foram as menos votadas e foram também as que menos convenceram o júri. A primeira interpretou o tema “Fame”, mas para a Mesa, ficou aquém das expectativas, com a concorrente a ser “abafada” pela banda e pelas dançarinas. Já no tema escolhido pelo júri, “Já sei namorar”, dos Tribalistas, a jovem também conseguiu superar o desafio, com uma prestação melhor do que a que protagonizou com o tema por si escolhido, o que surpreendeu os jurados. Inês não foi capaz de agradar ao júri, nos dois temas que cantou, “Deixa que te leve”, do Paulo Gonzo e “Perfect”, dos Fairground Atraction. A concorrente desafinou e não soube “agarrar” a música que lhe foi indicada pelo júri.
A menos votada foi Solange, mas os elementos da mesa fizeram uso do poder de resgatar e assim o fizeram. Dessa feita, Solange foi salva e na próxima gala vão sair dois concorrentes. Tendo em conta que Inês e Solange têm sido as menos votadas, nas últimas galas, tudo indica que poderão ser as duas jovens a despedirem-se dos “Ídolos”. Se assim for, ficarão para a final o Filipe, o Carlos e a Diana, que ontem foi a preferida do júri pelas suas duas interpretações, “Live and Let Die”, dos Guns & Roses, e “E depois do Adeus”, de Paulo de Carvalho. A propósito, de referir que Moura dos Santos classificou a interpretação da concorrente do tema histórico de Paulo de Carvalho, como o melhor momento dos “Ídolos” em todas as séries já realizadas.

Apoio merecido

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Mais uma gala com brilho

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Media



As formas dedicadas ao apelidado "Ganhar a Vida" nem sempre se assumem como nobres.
Exemplo disso mesmo é a capa da Revista TV 7 Dias que, abusando da humildade e disponibilidade do Idolo Carlos Costa, decidiu arrecadar leitores com noticias fabricadas!
A verdadeira falta de profissionalismo ao serviço do Jornalismo.

Ap Carlos dedico apenas a confiança do costume: Serás recompensado!

O Luis Jardim no seu melhor!

Caso o jovem madeirense não vença o concurso transmitido pela SIC
Luís Jardim quer lançar Carlos Costa

Luís Jardim vê em Carlos Costa um ídolo. Por isso mesmo, caso o jovem madeirense não vença o concurso transmitido pela SIC, o produtor musical diz que o vai ajudar a lançar a sua carreira. Em entrevista ao Jornal da Madeira, o músico apelou ao voto em peso da Madeira a favor do Carlos Costa (pelo número de telefone 760300508), que esta noite, nos “Ídolos”, voltará a estar sujeito à votação do público, após a interpretação do tema de Elvis Presley, Can't Help Fallin' In Love».
«Prestem muita atenção ao Carlos Costa. A Madeira em peso deve votar nele, porque a sua vitória depende de nós. Ali, não há favores. Se votarmos nele, ele ganha. A Vânia Fernandes venceu muito graças aos madeirenses. Vamos fazer o mesmo pelo Carlos», apelou Luís Jardim.
De qualquer modo, realçou o produtor, «em Portugal, se houver alguém que tenha talento para encontrar o talento, olhe para o Carlos, porque ele preenche uma lacuna que existe no país, a nível artístico». Aliás, Luís Jardim tem «a certeza que, levando o Carlos para Londres, eu consigo “vendê-lo” no mercado. Ele tem boa aparência e aquilo que ele faz é muito bem feito. É um artista para quem eu, facilmente, encontraria um futuro em Inglaterra». Nesse sentido, fica a promessa de Luís Jardim: «se o Carlos Costa vir que não tem ajuda em Portugal, ele que venha ter comigo, porque adorava trabalhar com ele. Aliás, vou tentar ter algum contacto com o Carlos, de qualquer maneira».
A outro nível, e tendo Luís Jardim já estado no papel de juri n' “Os Ídolos”, o músico madeirense com carreira internacional não esconde que era «severo, fui sempre duro, no aspecto musical. As minhas críticas eram, por exemplo, dizer que o concorrente não cantava nada ou perguntar o que ele estava ali a fazer».
O nosso interlocutor falava assim, a respeito das críticas que foram feitas ao madeirense Carlos Costa por Manuel Moura dos Santos, a quem classificou de “besta”. A última gala foi, por isso, «vergonhosa». Luís Jardim espera que os madeirenses «tenham estômago suficiente para protegerem o miúdo e mostrarem a esse senhor que não é favor nenhum o Carlos Costa estar nos “Ídolos”. Ele é o melhor que está ali. É o único artista que lá está, com capacidades de ir ao estrangeiro e ser um pop-star a sério, a sério. Ele tem tudo o que é necessário: tem uma grande voz, canta muito bem e dança».
A seu ver, o Carlos Costa «é o ídolo de Portugal», «um artista já feito, um Freddy Mercury, um Elton John, um artista um pouco excêntrico, mas um pop-star». Como tal, continuou, «aquilo que o Moura dos Santos disse é uma vergonha, é uma ofensa ao miúdo e aos Anjos, que são artistas com certo peso em Portugal, são bons cantores e músicos. Foi uma situação ilógica, malcriada e que mostrou a sua ignorância. Ele devia voltar a vender pizzas, que era o que ele fazia», criticou ainda. Luís Jardim disse também que o presidente da SIC devia expulsar Moura dos Santos do juri.
Por tudo isso, e por considerar que Carlos Costa não tem copiado os artistas que tem interpretado, mas sim feito o seu próprio “show”, Luís Jardim disse ter ficado «ofendido, que se possa pegar num miúdo daquela idade (17 anos) que tem feito o que é necessário, e a deitá-lo abaixo dessa maneira».
A propósito, Luís Jardim considera que nenhum dos actuais elementos do júri do programa transmitido pela SIC tem capacidade para a função. «Não há ali ninguém que tenha a experiência que eu tenho e outros como o Tozé Brito, por exemplo». Assim, na sua opinião, a versão portuguesa do programa «não funciona», porque «a cópia é mal-feita». Dessa feita, esclareceu que o programa não tem de ser agressivo, ao contrário do que está a ser. «Tem de ser um programa, honesto, verdadeiro e 100 por cento musical. Tem de se fazer críticas musicais e não críticas sobre as botas militares de um concorrente. Em Portugal, perde-se tempo com tontices», criticou.
Já a pronunciar-se sobre os concorrentes de 'Os Ídolos”, Luís Jardim reconhece o valor artístico de Diana, sua enteada. «De resto, a maior parte é amadora, a copiar o que ouvem na rádio», salientou. Sobre um dos favoritos do público, o Filipe Pinto, Luís Jardim comentou que «é um roqueiro, com a voz rouca e uma história triste, como há muitos em Portugal. Já o Nuno Norte, que ganhou o primeiro “Ídolos”, tinha uma história triste. Depois, veio o Sérgio, que era carpinteiro e tinha também uma voz rouca. Elegemos sempre o mesmo tipo de artista», criticou o músico, que fez ainda o reparo que são poucas as vozes femininas a vingarem no nosso país.